Blog de Notícias Políticas

29/08/2007

Genoino diz que será julgado pelo que foi, e não pelo que fez


O deputado federal José Genoino (PT-SP) analisou a aceitação da denúncia pelo Supremo Tribunal Federal (STF). le explica que será julgado por ter sido presidente do partido e não por ter cometido algum crime. "Os empréstimos que assinei quando era presidente do PT são absolutamente legais, está na contabilidade do PT e o partido vem pagando-os regularmente". Em seu site www.genoino.org, foi disponibilizada também a íntegra de sua defesa.

A ação ajuizada pelo Ministério Público de Minas Gerais e que o STF recebeu ontem, entrou às 17 horas do dia 18 de dezembro no Judiciário daquele estado. Isto é, foi feita nas últimas horas da véspera da diplomação de Genoino como Deputado Federal que se deu em São Paulo, dia 19 de dezembro. Além disso, ninguém foi ouvido nesta primeira fase do inquérito. A juíza de Minas Gerais acatou a denúncia, também, sem ter tomado algum depoimento. Também ela, não ouviu ninguém.

A diplomação de Genoino fez com que o processo fosse para o Supremo Tribunal Federal, onde a denúncia foi recebida ontem (18 de abril). O STF convalida os atos do Ministério Público de Minas Gerais e manda para o julgamento do relator, o Ministro Joaquim Barbosa. Este aceita e denuncia sem a apreciação do pleno do STF, sendo que a ação do Ministério Público de Minas Gerais versa sobre fatos que já estão em tramitação em outros inquéritos na Corte Suprema.

Na sua defesa, na tribuna da Câmara dos Deputados, Genoino lembrou que os empréstimos, alvos da denúncia dos procuradores mineiros, já foram comprovados absolutamente legais pelas prestações de contas que o Partido dos Trabalhadores registrou no Tribunal Superior Eleitoral.

Genoino vem demonstrando publicamente a legalidade daqueles empréstimos desde 2005. Em agosto daquele ano, numa carta endereçada e publicada pelo Jornal O Estado de S.Paulo, encerrando sua participação no espaço de debates do jornal afirmava que: “Assinei, de fato, empréstimos contraídos pelo partido junto a bancos. Não decidi, no entanto, nem na escolha dos avalistas e nem das instituições. Os empréstimos são legais e serão honrados pelo PT. Sobre as demais transações financeiras que envolveram as empresas de Marcos Valério e o PT, não tive nenhuma participação ou relação nos detalhes, nas formas e nos montantes dos recursos.”

Em maio de 2006, na Carta aos Petistas, Genoino voltava a dizer: “Os dois empréstimos que avalizei – um de R$ 2,4 milhões do BMG e outro de R$ 3 milhões do Banco Rural – foram feitos num momento em que o PT enfrentava dificuldades financeiras. O Fundo Partidário e as contribuições estatutárias dos filiados não estavam atualizadas com base nas eleições de 2002 e tínhamos dívidas oriundas da mobilização do partido e da festa popular da posse. Esses empréstimos foram rigorosamente legais, fazem parte da prestação de contas do PT dos anos de 2004, 2005 e 2006, e estão sendo renegociados judicialmente.” Concluindo que, “ a bem da verdade, fui citado no relatório da CPMI e estou sendo denunciado pelo Ministério Público pelo único e simples fato de ter sido presidente nacional do PT. Não existe nenhuma outra razão concreta que justifique a inclusão de meu nome nas denúncias.”

Novamente, no depoimento para o livro “Entre o sonho e o poder”, Genoino esclarece que: “Quando a CPI e o Ministério Público falam dos empréstimos bancários assinados por mim, eles não dizem que estes mesmos empréstimos estão nas três prestações de contas do PT. Eles partem do pressuposto de que são empréstimos falsos, mas eles estão nas prestações de contas do partido. O PT está sendo cobrado judicialmente por estes empréstimos.”

Estes são apenas três, dentre inúmeras ocasiões, onde Genoino expõe a fragilidade da denúncia de que teria cometido algum tipo de irregularidade ao assinar esses empréstimos. Além disso, esses dois empréstimos avalizados pelo Genoino, presidente nacional do PT na época, tinha como lastro e garantia a arrecadação do partido, composta não só pelo fundo partidário mas pela contribuição mensal e regular dos seus filiados.

Genoino chama a atenção para o fato de que esta sendo denunciado e será, posteriormente, julgado pelo que foi (isto é, Presidente Nacional do PT na época dos fatos) e não pelo que fez ou teria feito (mas que reafirma que efetivamente não fez). Em matéria de Direito Criminal não existe a figura da presunção como também não existe a chamada responsabilidade objetiva, que é aquela pela qual alguém responde por seus atos independentemente de comprovação, de dolo ou culpa formada e provada.

PT Org

25/08/2007

RENAN PEDE AO GOVERNO QUE SUSPENDA REUNIÃO SOBRE VENDA DA TVA PELO GRUPO ABRIL

O presidente do Senado, Renan Calheiros, pediu na manhã desta sexta-feira (24), em Plenário, que o Ministério das Comunicações e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) suspendam reunião do conselho diretor dessa agência marcada para a próxima semana. Segundo Renan, a reunião pode servir para se fazer "um remendo" na transação em que o Grupo Abril transfere para a empresa espanhola Telefônica o controle de uma operadora brasileira de TV a cabo.

Renan falou em Plenário e disse que a idéia inspiradora dessa reunião é maquiar uma transação ilegal por ele já denunciada em Plenário. De acordo com o parlamentar, "querem trocar os acionistas, os laranjas como foram chamados na oportunidade, na tentativa de aprovar o negócio flagrado na ilegalidade, conforme voto de um conselheiro da Anatel publicado na própria Internet".

O senador reiterou que "o negócio fere os interesses nacionais, restringe a concorrência e agride o mercado". Na opinião do presidente do Senado, o Grupo Abril, dono da revista Veja, que o acusou de ter despesas pessoais pagas por um lobista de empreiteira, desafia a legislação brasileira ao transferir para a Telefônica, empresa estrangeira, o controle total de uma operadora de televisão em São Paulo.

- Essa deprimente operação pretende repassar, também à Telefônica, 86,7% da Comercial Cabo, localizada na cidade de São Paulo, e 91,5% da TVA Sul, que alcança Curitiba, Foz do Iguaçu, Florianópolis e Camboriú, no sul do país. O Acordo de Acionistas da Comercial Cabo, conforme o parecer do conselheiro Plínio de Aguiar, deixa a operação e o gerenciamento da parte das telecomunicações da operadora a cargo da Telesp.

O presidente do Senado sustentou ainda que o negócio contém "uma cláusula marota" estabelecendo uma reunião prévia anterior às assembléias gerais e reuniões do Conselho de Administração, que interfere decisivamente nos mecanismos de controle". Ele disse que não se observou também nessa transação que chamou de imoral o art. 7º da Lei do Cabo, que garante que as decisões em concessionárias de TV a cabo sejam tomadas exclusivamente por brasileiros.

- Exclusivamente por brasileiros, tendo em vista que as decisões da GTR Participações (do Grupo Abril) estarão sujeitas à aprovação da Telesp, que é controlada por estrangeiros. Outra violação da lei brasileira nessa transação está na proibição de que uma empresa de telefonia detenha, na mesma área, concessão de TV a cabo.

Trata-se de um negócio ilegal, com parte já paga, que renderá ao Grupo Abril, proprietário da revista Veja , quase R$ 1 bilhão, a merecer criteriosa apuração - ressaltou.

Renan lembrou que, sobre esse assunto, já enviou expedientes a vários órgãos públicos, como Supremo Tribunal Federal, Ministério Público e Polícia Federal, estranhando que, convidados pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado a virem à Casa "explicar o inexplicável", os dirigentes da Telefônica e do Grupo Abril "fizeram ouvidos moucos, optando pela delonga e pela procrastinação".

Na opinião de Renan, as duas empresas tentam "desesperadamente" adiar os esclarecimentos, "na esperança de que uma maquiagem salvadora iluda o país e chancele essa imoralidade". Ele elogiou a iniciativa da Câmara dos Deputados de constituir uma CPI para investigar essa "ardilosa transação" e pediu que a reunião da próxima semana seja adiada para que, antes, tais fatos sejam investigados por essa CPI.

No mesmo discurso, Renan disse que no Brasil "não há mais tolerância com esse tipo de negócios bilionários e empresários gananciosos, que, ferindo a lei e o interesse nacional, fazem fortuna com concessões que ganharam doEstado brasileiro".

- Isso, sim,é misturar o público com o privado, na sua mais perversa expressão - ressaltou Renan.

Teresa Cardoso / Agência Senado

15/08/2007

Afilhado de Roriz repete gesto de padrinho e renuncia

Quarenta e um dias depois do senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) renunciar ao mandato para escapar da cassação, em meio às investigações da Operação Aquarela da Polícia Civil de Brasília, ontem foi a vez de seu afilhado político - o deputado distrital Pedro Passos Filho (PMDB), repetir o gesto do padrinho.

Passos havia sido degolado pela Operação Navalha da Polícia Federal (PF), que investigou o desvio de recursos públicos por meio de fraudes em licitações, aos 43 anos de idade e apenas cinco de vida pública. A renúncia veio no embalo da decisão tomada, no final da tarde, pelo plenário do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, cassando a liminar que suspendia o processo contra ele no Conselho de Ética da Câmara Distrital.

Ao longo de quase dois anos de investigação, a Operação Navalha interceptou dezenas de conversas em que Passos apareceu tratando de negócios com Zuleido Veras e Fátima Palmeira, respectivamente dono e diretora-financeira da Construtora Gautama.

A empreiteira baiana é apontada como a principal articuladora do esquema. Passos teve uma trajetória alicerçada em escândalos e sobreviveu impune até o dia 17 de maio, quando a Operação Navalha bateu à porta da mansão do Lago Norte onde mora com a família, às 6 h da manhã.

Depois de ter a casa revirada, foi preso em flagrante e levado para a carceragem da Superintendência da PF em Brasília, sob a acusação de formação de quadrilha. Na Operação Navalha, ele é protagonista de um lance emblemático: o do secretário do Executivo que tira da gaveta uma obra da Construtora Gautama e, na volta ao Legislativo, faz uma emenda para a mesma obra.

Falante e pego nas escutas telefônicas realizadas pela Polícia Federal, Passos não se constrangeu. Como justificativa para as conversas altamente comprometedoras, ofereceu a versão de que tratava com a Gautama da venda de cavalos.

Ao longo de quase dois anos de investigação, a Operação Navalha interceptou dezenas de conversas em que Passos aparece tratando de negócios com Zuleido Veras e Fátima Palmeira, respectivamente dono e diretora-financeira da Construtora Gautama.

A empresa baiana é apontada como a principal articuladora do suposto esquema de desvio de recursos públicos por meio de fraudes em licitações. "Eu preciso conversar com você pessoalmente, para você tornar a me explicar direitinho até quanto dá. Como é que é? Porque tá lá o orçamento e tá autorizado para a gente fazer", diz o deputado, num dos diálogos com Fátima.

Para a PF, as escutas indicam que Passos recebeu propina para facilitar a liberação de recursos para obras na bacia do Rio Preto. Passos argumentou, na época, que as conversas foram "pinçadas de forma maliciosa" e que se referiam a dívidas decorrentes da venda de cavalos.

Tribuna da Imprensa

Usineiro promete contar tudo sobre suposta sociedade com Renan Calheiros

Brasília - O corregedor do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP), confirmou que vai chamar o usineiro João Lyra para esclarecer os termos da compra de um jornal e uma rádio em Alagoas, negócio que teria sido feito em sociedade com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e registrado em nome de “laranjas”. Segundo o corregedor, o usineiro será ouvido na próxima quinta-feira (16). E promete contar tudo que sabe.

Tuma disse ainda que Lyra pediu que não fosse ouvido no Senado para evitar o encontro com Renan Calheiros, “por causa do choque entre os dois”. “Eu disse que não haveria nenhum problema em me deslocar até Maceió e ouvi-lo numa repartição pública”.

O senador disse ainda que o usineiro está disposto a contar todos os fatos e mostrar documentos. Na última sexta-feira, no entanto, Lyra afirmou ao Jornal Nacional, da Rede Globo, que não possui documentos que comprovem a sociedade, embora tenha garantido a existência dela.

Questionado se a eventual falta de documentação pode prejudicar a elucidação dos fatos, Tuma negou. “Em toda investigação, você tem indícios. A falta de documentos pode não prejudicar o andamento de uma investigação que chegue à verdade. Tendo os indícios, você vai atrás da verdade”, afirmou.

Segundo a revista Veja, o usineiro confirmou a sociedade secreta com Renan Calheiros, por meio de "laranjas" usados a pedido do presidente do Senado. Renan teria investido R$ 1,3 milhão, valor não declarado à Receita Federal ou à Justiça Eleitoral.

Recentemente, Renan disse que a revista só publica denúncias contra ele para desviar a atenção das negociações da venda da TVA para um grupo estrangeiro, a Telefónica. O grupo Abril, responsável pela Veja e pela TVA, publicou nota rebatendo as críticas.

O povo on line

02/08/2007

Tucano na mira: Procuradoria pede cassação do mandato de Mauro Bragato

A representação partiu de denúncias publicadas no jornal Estado de São Paulo no início deste mês. Segundo a reportagem, Bragato teria doado R$ 40 mil para a própria campanha, soma maior que o valor total de seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral. A lista de bens apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral é bem mais modesta: R$ 6.540,00. A diferença chega a 551%. O deputado atribui o valor a um empréstimo pessoal.

A procuradoria eleitoral pede que a Justiça casse o diploma de Bragato e que os fatos sejam apurados com o acesso aos dados bancários e fiscais do deputado. A campanha do deputado custou R$ 416 mil.

Acusações

Líder do PSDB na Assembléia Legislativa, ele é suspeito de receber, entre 2003 e 2005, R$ 104 mil em propina da FT Construções, empresa-mãe da quadrilha acusada de fraudar licitações e superfaturar as obras de casas populares, na região de Presidente Prudente, reduto eleitoral do deputado.

De 2003 a 2004, Bragato foi secretário-adjunto e titular da Secretaria de Estado da Habitação, à qual a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) é subordinada, que liberava os recursos para os empreendimentos. Em janeiro de 2005, Bragato assumiu uma cadeira no Legislativo. Há registros de supostos pagamentos de propina até junho daquele ano.

O deputado, segundo a polícia e o Ministério Público, aparece na contabilidade da propina da máfia. No livro-caixa da empreiteira, apreendido na operação, foram encontrados vários registros "QLN MBR". A sigla QLN seria um código para propina e significaria Quanto Levo Nisso. MBR seriam as iniciais do nome do deputado.

Em depoimento, um ex-funcionário da empresa, Edson Meneses, afirmou que levou envelopes com dinheiro ao escritório político de Bragato, em Presidente Prudente. Bragato nega e atribui as denúncias a adversários políticos.

A Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo (PRE-SP), órgão do Ministério Público Federal, entrou com uma representação na Justiça Eleitoral, nesta segunda-feira (30), contra o deputado estadual e líder do PSDB, Mauro Bragato, em razão de irregularidades na arrecadação de sua campanha à reeleição, em 2006. Devido a denúncias que recaem sobre Bragato, o tucano pediu afastamento da liderança do PSDB na última quarta-feira (25), e será substituído pela deputada Maria Lucia Amary.

A Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo (PRE-SP), órgão do Ministério Público Federal, entrou com uma representação na Justiça Eleitoral, nesta segunda-feira (30), contra o deputado estadual e líder do PSDB, Mauro Bragato, em razão de irregularidades na arrecadação de sua campanha à reeleição, em 2006. Devido a denúncias que recaem sobre Bragato, o tucano pediu afastamento da liderança do PSDB na última quarta-feira (25), e será substituído pela deputada Maria Lucia Amary.

Estado de São Paulo

DIFERENÇAS DO GOVERNOS: PETISTAS X TUCANOS

1 – MÉDIAS BALANÇA COMERCIAL (bilhões de US$)- FHC (PSDB) (1995/2002): -2,442- Lula (PT) (2003/2005): +34,420 (recorde)

2 – SUPERÁVIT COMERCIAL (bilhões de US$)- FHC (1995/2002): -8,7 (déficit)- Lula (2003/2005): +103,0 (superávit)

3 – RISCO-PAÍS PTS- FHC (Jan/2002): 1.445- Lula (Jan/2006): 290 (recorde)

4 – JUROS- FHC (Jan/2002): 25,00%- Lula (Jan/2006): 18,00%

5 – INFLAÇÃO- FHC(2002): 12,5%- Lula(2005): 5,7%

6 – DÓLAR R$- FHC (Jan/02): 3,53- Lula (Jan/06): 2,30

7 – RANKING DO PIB MUNDIAL (PPP) (trilhões de US$)- FHC (2002): 1,340 -> 10º- Lula (2004): 1,492 -> 09º

8 – BOVESPA PTS- FHC (Jan/02): 11.268- Lula (Jan/06): 35.223 (recorde)

9 – DÍVIDA EXTERNA (bilhões de US$)- FHC (2002): 210- Lula (2005): 165 – E caindo mês a mês…

10 – DÍVIDA COM O FMI E COM O CLUBE DE PARIS EM DOLÁR- FHC (2002): O governo não informou o valor da dívida.- Lula (2005): 0,00

11 – SALÁRIO MÍNIMO (US$)- FHC (2002): 56,50- Lula (2005): 128,20

12 – DESEMPREGO- FHC (2002): 12,2%- Lula (2005): 9,6%

13 – TAXA ABAIXO DA LINHA DE PROBREZA- FHC (2002): O governo não controlava este índice. Segundo dados,ultrapassava os 35%.- Lula (2004): 25,1%

14-incremento no acesso a água no semi-árido nordestinoLula: 762 mil pessoas e 152 mil cisternasFHC: zero

15 -Distribuição de leite no semi-árido (sistema pequeno produtor)Lula: 3,3 milhões de brasileirosFHC: zero

16-Áreas ambientais preservadasLula: incremento de 19,6 milhões de hectares (2003 a 2006)Do ano de 1500 até 2002: 40 milhões de hectares

17 - Apoio à agricultura familiarLula: 7,5 bilhões (safra 2005/2006)FHC: 2,5 bilhões (último ano de governo)* O governo Lula investirá 10 bilhões na safra 2006/2007

18 -Compra de terras para Reforma AgráriaLula: 2,7 bilhões (2003 a 2005)FHC: 1,1 bilhão (1999 a 2002)

19 - Investimento do BNDES em micro e pequenas empresas:Lula: 14,99 bilhõesFHC: 8,3 bilhões

20 - Investimentos em alimentação escolar:Lula: 1 bilhãoFHC: 848 milhões

21 -Investimento anual em saúde básica:Lula: 1,5 bilhãoFHC: 155 milhões

22 - Equipes do Programa Saúde da Família:Lula: 21.609FHC: 16.698

23 - População atendida pelo Prog. Saúde da Família:Lula: 70 milhõesFHC: 55 milhões

24 - Porcentagem da população atendida pelo Programa Saúde da Família:Lula: 39,7%FHC: 31,9%

25 - Pacientes com HIV positivo atendidos pela rede pública de saúde:Lula: 151 milFHC: 119 mil

26 - Juros:Lula: 16% FHC: 25%

27 - BOVESPALula: 35,2 mil pontosFHC: 11,2 mil pontos

28 - Dívida externa: Lula: 165 bilhões FHC: 210 bilhões

29 - Desemprego no país: Lula: 9,6% FHC: 12,2%

30 - Dívida/PIB: Lula: 51% FHC: 57,5%

31 - Eletrificação Rural - Lula: 3.000.000 de pessoas - FHC: 2.700 pessoas

32 - Livros gratuitos para o Ensino MédioLula: 7 milhõesFHC: zero

33 - Geração de Energia ElétricaLula: 1.567 empreendimentos em operação, gerando 95.744.495 kW de potência.

Está prevista para os próximos anos uma adição de 26.967.987 kW na capacidade de geração do País, proveniente dos 65 empreendimentos atualmente em construção e mais 516 outorgadas. FHC: APAGÃO

34 - Entre os anos de 2000 a 2005, as ações da Polícia Federal no combate ao crime cresceram 815%. Durante o governo do presidente Lula, a PolíciaFederal realizou 183 operações e 2.961 prisões? Uma média de 987 presos por ano. Já nos dois últimos anos do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, foram realizadas apenas 20 operações, com a prisão de 54 pessoas, ou seja, uma média de 27 capturas por ano.

Fontes: Anselmo Raposo, IBGE, IBGE/Pnad (Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar – desde 1994); ANEEL; Bovespa; CNI; CIESP; Ministérios Federais e Agências Reg.; SUS; CES/FGV; jornais FSP, O Globo e O Estado;

Brasil de Lula é a Solução



Em 2002, Robert Zoellick, era representante de comércio do governo Bush, às voltas em pressionar o dócil governo demo-tucano de FHC, e seu pretendente a sucessor José Serra, a assinar a ALCA.

Criticava o ainda candidato Lula por sua posição contrária à ALCA nas condições impostas pelos EUA.

Zoellick, disse na época: "ou o Brasil se associava à Alca ou criava um bloco com a Antártida".

Zoellick, obviamente estava apenas fazendo seu trabalho: lobby para os EUA.
Mas o PIG colonizado assinou embaixo, a frase foi motivo de deleite, usada amplamente para criticar o presidente Lula como sendo "força do atraso" e "sem visão".

Para felicidade geral da nação e salvação de empregos, Lula foi eleito e resistiu à anexação do Brasil pelos EUA via ALCA, projeto confesso de José Serra em 2002 e de Geraldo Alckmin em 2006.

O presidente Lula ampliou muito o comércio do Brasil com o mundo, sem a ALCA, diversificando para novos países, e reduzindo a dependência de compras pelos EUA. Por isso o Brasil não quebrou diante da atual crise internacional, provocada pelos EUA.

Hoje Zoellick é presidente do Banco Munidal indicado pelo governo Bush.

Às voltas com a crise dos EUA, e com o aumento mundial no preço dos alimentos, em grande parte consequencia das políticas desastrosas de subsídios no primeiro mundo, pede ajuda ao Brasil.

"O governo brasileiro propôs trabalhar conosco e oferecer um pouco de sua expertise em pesquisa agrícola, particularmente na África subsaariana", afirmou Zoellick. "Queremos agir com rapidez nesse tema."

O presidente do Banco Mundial também criticou os subsídios dos EUA e Europa para produção local de biocombustíveis, em detrimento da importação do produto brasileiro:

Os estadunidenses oferecem subsídios para o programa de etanol do país e cobram tarifas de US$ 0,54 sobre o etanol que importam do Brasil.

"As informações de que disponho sugerem que os biocombustíveis à base de cana-de-açúcar do Brasil oferecem os maiores benefícios tanto em termos de combustível como ambientais", afirmou Zoellick.

No âmbito da Rodada Doha, o Banco Mundial está contando com o Brasil para ajudar no fim do impasse com relação aos subsídios agrícolas, que encarecem os preços dos alimentos no globo.

Zoellick ainda afirmou, durante a entrevista, que o Brasil tem sido um bom exemplo em programas de transferência de renda.

Se não fosse perda de tempo, até gostaríamos de ler as pérolas escritas por Miriam Leitão e comentários de Sardenberg mais antigos defendendo a ALCA, dizendo que Lula emperrava Doha, desdenhando dos biocombustíveis, etc.

JOGADAS PASSADAS