Blog de Notícias Políticas

29/05/2008

Removendo o Lixo sob o tapete dos tucanos

Os denunciados pelo MPF – Ministério Público Federal da fraude milionária do Detran-RS são pessoas que foram classificadas pelos procuradores da República como integrantes de um grupo que operou para praticar crimes de colarinho branco. Conforme a denúncia, um documento de 242 páginas, essa é uma das expressões definidoras da quadrilha articulada nos bastidores acadêmicos e políticos do Estado do Rio Grande do Sul, da governadora Yeda Crusius, do PSDB.

Para que os queridos leitores possam ficar bem informados sobre as características do grupo, saibam que o documento produzido por cinco procuradores da república afirma que a atuação dos envolvidos foi típica de organização criminosa e destaca que o esquema foi arquitetado por pessoas com boa formação e reconhecimento profissional. A quadrilha contava com os serviços de pelo menos 10 advogados, cinco profissionais da área de contabilidade, dois economistas, uma psicóloga, administradores de empresas e engenheiros.

A atuação dos chamados operadores do direito ganha destaque nas páginas do documento, segundo autoridades, já que argumentos que deveriam ser aplicados em defesa da lei foram utilizados para justificar ilegalidades. O material confeccionado durante dois meses de trabalho pelo MPF destaca a terminologia utilizada pelo grupo: empresas subcontratadas eram tidas como “empresas de suporte”, propina era traduzida como “pressão de governo” e recursos públicos eram referidos como “recursos públicos apropriados por entidade privada e, portanto, não sujeitos à fiscalização”.

Ao enquadrar os envolvidos por núcleos, a denúncia também revela como o esquema criminoso nasceu. Segundo os procuradores da República, a família Fernandes, dona da empresa Pensant Consultores, ofereceu vantagens aos gestores públicos que tinham poder de decisão em contratações, como no caso investigado, a dirigentes do Detran. No começo da fraude, em 2003, a proposta da Pensant foi articulada e concretizada com a participação direta do lobista e consultor de empresas Lair Ferst e do advogado Carlos Dahlem da Rosa, segundo a denúncia. No relatório de investigação, a Polícia Federal afirmou que a Pensant “elevou a criminalidade a patamar industrial”.

Segundo autoridades, a troca de fundações no contrato com o Detran teve o empresário Lair Ferst como pivô. A manutenção da organização criminosa teria sido ameaçada pelo fato de Ferst não ter habilidade em comprovar que as suas duas empresas exerciam atividades relevantes que justificassem o que recebiam. Com o afastamento de Ferst do contrato, o novo presidente do Detran, Flavio Vaz Netto, ganhou destaque no comando do esquema, segundo os procuradores descrevem. Tanto que exigia aumento de propina.Em outro momento de definição de como o esquema funcionou, os procuradores disseram que tudo era feito de forma a propiciar o funcionamento do “grande esquema criminoso e dirigido ao escoamento do dinheiro público e o enriquecimento particular da grande maioria dos denunciados.”

Por: Rosa Maria Cocco

14/05/2008

Reconhecimento Internacional - Brasil chega 'na linha de frente' dos emergentes, diz jornal

Uma reportagem do jornal americano Wall Street Journal publicada nesta terça-feira afirma que o Brasil "se juntou à linha de frente das novas potências econômicas", alcançando Rússia, Índia e China. A reportagem afirma que o Brasil "está colocando o 'B' em BRIC", em referência ao acrônimo para Brasil, Rússia, Índia, China, usado para designar as potências emergentes.

"Por muito tempo nesta década, o lento Brasil parecia fora da sua liga, jogado no mesmo bojo das economias emergentes dinâmicas da Rússia, Índia e China, no chamado grupo BRIC. Céticos diziam que RIC era mais correto", afirma o texto.

"Mas lentamente e sem grande estardalhaço, a economia do Brasil dobrou uma grande esquina. Já uma grande potência na agricultura e em recursos naturais, o Brasil adicionou um ingrediente chave que muito tempo lhe faltou: uma moeda com poder de permanência."

O repórter afirma que a moeda estável ajudou o País a desencadear o maior movimento de prosperidade das últimas três décadas, atraindo investidores estrangeiros em grande número.

O Wall Street Journal destaca que o Brasil deve alcançar um crescimento de 5% pelo segundo ano consecutivo, um índice muito distante da China, mas impressionante para um país que "parecia na beira de uma moratória em massa de dívidas em 2002".

"O Brasil não tem a poupança e os níveis de investimento da China e da Índia. Mas o Brasil atingiu um estado mais maduro de desenvolvimento do que a China e a Índia, com uma população urbanizada maior e uma riqueza per capita mais alta - então é simplesmente menos provável que ele dê grandes saltos hoje em dia."

Por: Helena™

09/05/2008

Mágicas Tucanas - Como fazer um banco de dados virar um Dossiê e lucrar politicamente com isto?

Pelo que se leu, viu e ouviu sobre as informações constantes do banco de dados publicadas na mídia-política brasileira, estas não tinham serventia alguma para uso político da esquerda brasileira, se é que era esta a intenção que dizem gerou o "dossiê". Não tinham quaisquer informações que fariam ou que teriam o poder de fazer um adversário político recuar, repito, se era esta a intenção - como dizem - não tinham estas o poder de fazer qualquer eventual "chantageado" mudar de intensão.

Tanto é verdade que foi alguém do mesmo partido dito "chantageado" que tornou estes dados públicos. Faria alguém um dossiê que não contivesse nada importante? Ora se não revela escândalos, ou crimes, se não tem como se tirar proveito destas informações, então não é um dossiê. Seriam apenas informações sigilosas quais estão comprovadas por quem fez o banco de dados e admitidas por quem convenientemente transformou em dossiê e vazou para uma mídia-política

Indago-me se quem solicitou estas informações teria feito por cálculo, por curiosidade, para se vitimar ou para auferir dividendos políticos da própria direita ou da esquerda brasileira. Acredito, sim é que alguns poderiam ter interesse em saber se continuavam, se teriam êxito na empreitada política imprimida. Antes porém precisavam saber os riscos e até o conteúdo dos dados – quem sabe não davam outro tiro no próprio pé - antes de continuar defendendo que se mostrassem as contas dos dois governos. Saber o que pese contra seu partido seria bom, saber o que efetivamente teria sido relacionado dos gastos da farra tucana. Imaginem se estivessem relacionados gastos com bordeis, meninos de programa ou, por exemplo, consolos de borracha de 20 cm – estes, sim, para muitos seriam verdadeiros escândalos e, pior, um desrespeito aos eleitores e ao contribuinte.

Seria um tiro saído pela culatra, imaginem quanto politicamente a esquerda brasileira não poderia lucrar com os verdadeiros escândalos do governo passado que a própria direita ajudou a revelar. Teria sido coincidência estes dados terem chegado virgens logo nas mãos da direita brasileira? É o tipo de acontecimento que nos faz pensar que Deus existe, ou que tem uns que pensam ser, querem fazer papel de deus. Dentre milhões de email´s na blogosfera a esquerda teve o azar de vazarem os dados logo no computador de um assessor de um senador da direita brasileira. Isto é que é uma feliz conveniência para uns e azar para outros. Vejam só. Nem eu imagino como o dito “dossiê” foi parar, primeiramente, logo nas mãos da oposição, e antes mesmo da dita chantagem, do uso político deste - espalhado aos quatro ventos - que dizem teria sido tentado.

Se quem tornou público foi quem remeteu para publicarem, pior, ainda se tinha o dever de preservar seu sigilo, se ao menos houve chantagem, se não houve uso político, porque quem vazou para terceiro foi alguém da própria oposição, quem fez uso político foi quem lucrou do que tinha nas mãos - seja para calcular riscos, seja para usar contra a própria direita ou contra a esquerda – este, sim, foi o beneficiado das denuncias de eventuais chantagens, dos dividendo políticos da "quebra" do sigilo.

O que interessa, o que é importante saber não é a mando de quem estes dados foram relacionados, isto já sabemos, foi para o uso em eventual abertura de contas dos cartões corporativos de ambos os governos, como a oposição queria. Não há dúvida de que quem enviou foi a mando, a pedido, do interresse de quem os dados chegaram primeiro, que divulgou e tirou proveito político destes.

Se foi um servidor do TCU que remeteu os dados, a princípio, não vejo ilegalidade alguma no ato de um servidor que esta ali para interceder, aconselhar, fiscalizar in locu e atender as informações solicitadas, estas contas irão mesmo para o TCU. Ninguém melhor também que um servidor deste para ter autorização de acesso a este tipo de informação sigilosa - que parece já tinham sido feitas oficialmente por alguns senadores. Se este servidor tiver que sair, que coloquem outro técnico no lugar. Se os dados deveriam ser sigilosos mesmo, então como ficamos sabendo sobre as compras de tapiocas e em free shop´s?

Ora, é obviu que quem deu causa ao vazamento de informações sigilosas para a imprensa e esta lucrando políticamente com o evento, não é a esquerda brasileira.

By Soldadonofront

08/05/2008

Oposição admite "erro" de José Agripino

Ao final da sabatina, oposicionistas e governistas eram quase unânimes em afirmar que a passagem de Dilma pelo Senado não trouxe prejuízo algum à sua imagem e até a sua possível candidatura na sucessão do presidente Lula em 2010. Senadores avaliam que a ministra demonstrou segurança e equilíbrio emocional suficientes para sair fortalecida do depoimento.

Para Jucá, a ministra esgotou o assunto do dossiê e se tornou uma referência política. "A Dilma era uma referência administrativa e a oposição tentou fazer um massacre político. Agora ela virou uma referência política. Ela galgou passos importantes na formatação política dela. Ela mostrou que agüenta pressão e passou em um teste importante", disse o líder do governo.

A ministra ganhou o duelo verbal com a oposição quando respondeu ao questionamento do líder do DEM no Senado, José Agripino (RN), sobre a sua confissão de que mentiu durante a ditadura militar. Os governistas dizem que a resposta foi extremamente positiva porque a ministra demonstrou emoção e, isso pode ter intimidado os oposicionistas. "A confiança dela foi suficiente para mostrar que ela não tem nada a esconder", disse Ideli, argumentando que Dilma é a primeira e única vítima da exploração desse banco de dados.

Desde que a ministra foi convocada pelo Senado, uma das preocupações era de que qualquer constrangimento arquitetado pela oposição atingisse sua pré-campanha ao Palácio do Planalto. Ontem mesmo, os governistas empolgados com o desempenho da ministra Dilma defenderam a candidatura dela para a Presidência. "A oposição sai com uma dor de cabeça porque sai agora com uma candidatura a mais para 2010", afirmou Romero Jucá.

O discurso foi seguido pelo líder do PSB no Senado, Renato Casagrande (ES). Apesar de seu partido ter pré-candidato, por enquanto o deputado Ciro Gomes (CE), o socialista acredita que Dilma ganha pontos na próxima pesquisa de intenção de votos. "No início das pesquisas, antes mesmo da crise, Dilma era perto do zero. Hoje, depois de toda esta confusão já alcançou os 10%. Indo bem hoje, ganha uns quatro pontos e encosta no Aécio (Neves, governador de Minas Gerais, do PSDB)", alfinetou Casagrande.

A oposição reconhece que o ataque de Agripino foi um tiro no pé. Os oposicionistas disseram que tentaram alertar o democrata do risco de partir para tentar construir a idéia de que a ministra teria "intimidade" - nas palavras de um democrata - com a ministra. "Isso a deixou em situação de conforto, desanuviou o ambiente para ela, que acabou ganhando segurança, o que interferiu no desempenho dela", avaliou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).

O senador Heráclito Fortes (DEM-PI) ponderou que a ministra ganhou pontos, mas destacou que ela poderia ter antecipado sua ida ao Congresso. " Essa quarentena não foi boa para a senhora e não foi boa para o País", argumentou o senador do Democratas.

Diante do cenário favorável à ministra-chefe da Casa Civil, os líderes tentaram minimizar a situação e culpam a dinâmica da sessão pela falta de aprofundamento nas investigações. Foram 36 parlamentares inscritos para questionamentos o que estendeu o depoimento por mais de sete horas, sendo que as perguntas eram respondidas em bloco pela ministra.

Os parlamentares da oposição já falam em nova convocação da ministra. Dilma tem outra intimação na Comissão de Infra-Estrutura que já foi aprovada e um requerimento na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) chamando a chefe da Casa Civil para falar do dossiê. "Temos muitos esclarecimentos para cobrar. Eu não falei 1/5 do que queria", o líder tucano.

O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), acredita que é preciso deixar os ânimos se acalmarem para pensar sobre as outras convocações. Guerra diz que a ministra não explicou claramente o dossiê. "Ela deu uma resposta burocrática para uma pergunta política, isto é fato", afirmou o senador tucano.

Para o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), as discussões em torno do dossiê terminaram ontem. "Se alguém quiser que a ministra venha de novo, só se for realmente um sujeito insaciável", disse Garibaldi para explicar uma natimorta tentativa da bancada de oposição tentar, novamente, a convocação da ministra Dilma Rousseff.

05/05/2008

O Passado Condena - Grupo tucano age contra Alckmin

PSDB decide se oficializa pré-candidatura de Alckmin. Defensor de aliança com Kassab diz que só convenção pode decidir Um grupo de tucanos apoiadores da aliança pela reeleição do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e ligados ao governador José Serra (PSDB) tenta hoje impedir que o Diretório Municipal oficialize a pré-candidatura de Geraldo Alckmin na corrida sucessória.

O presidente do PSDB municipal, José Henrique Lobo, convocou para hoje à noite os 71 membros do diretório para anunciar que o ex-governador é candidato pelo partido.

O secretário municipal de Esportes, Walter Feldman, um dos principais defensores da aliança com Kassab, afirmou que protocolará na tarde de hoje um documento pedindo que não seja dada à reunião do diretório caráter decisório. “A reunião foi convocada para discutir a questão sucessória na cidade”, afirmou. “Estatutariamente, ela não pode deliberar sobre candidatura própria. Só a convenção pode fazer isso.”

Feldman explicou que ainda esta semana o grupo fará um apelo direto ao ex-governador Alckmin para que ele desista de sua pré-candidatura e busque a aliança com o prefeito. “Ele disse que só seria candidato se o partido estivesse unido sobre a questão. E o partido não está unido”, garantiu.

O secretário diz já ter colhido pelo menos 400 assinaturas de delegados do partido para justificar o pedido de desistência. O grupo ainda conta com o apoio de vários vereadores da bancada, que fizeram algumas manifestações desde o início do ano em defesa de Kassab.

Sem Volta

Os deputados federais que articulam a pré-candidatura de Alckmin disseram que a decisão está tomada e não há como o partido rejeitar o nome próprio na eleição. “A Executiva já foi unânime quanto à candidatura e não há como o diretório ir contra isso”, argumentou o deputado Edson Aparecido (SP).

As palavras de apoio à pré-candidatura de Alckmin dadas pelo ex-presidente Fernando Henrique e pelo governador de Minas, Aécio Neves, na semana passada, fortaleceram os argumentos do grupo alckmista para que a campanha seja levada às ruas já esta semana.

Do Novojornal

02/05/2008

OLE, OLE, OLE, OLA, LULA, LULA

Mais uma pesquisa divulgada pela CNT/Sensus mostra aprovação histórica do governo Lula (57,5%) e também recorde na avaliação pessoal do Presidente(69,3%).

E a podre e derrotada mídia continua a bater cabeça. Seus factóides não conseguem durar muito tempo e não surtem o efeito desejado.

Falam muito que a popularidade de Lula deve-se somente ao bom momento econômico. É espantoso que os golpistas da grande mídia continuem a pensar desse jeito e não admitam que Lula é o melhor Presidente que o país já teve.

Mas ninguém contabiliza o ganho que isso pode representar para o futuro. Depois de atacarem a imagem de Lula com suas mentiras desde o início do primeiro mandato, todas as maiores figuras da mídia caíram em total descrédito. E as menores também.

De Diogo Mainardi a Reinaldo Azevedo, de Noblat a Eliane Catanhede , de Arnaldo Jabor a Dora Kramer, da Rede Globo a Revista Veja. A raça de golpistas já não conseguem nem mesmo convecer seus leitores.

O aniquilamento que ocorreu na moral da grande mídia se estendeu também às outras áreas. O lulismo se tornou um estigma. Quem ataca Lula está condenado para sempre.

Os anti-lulistas do cinema, da música, da academia, da imprensa - o engulho que a gente sente por eles jamais poderá passar.

Os anti-lulistas ganharam um bocado de dinheiro nos governos anteriores. Uns se transformaram em lobistas. Outros receberam financiamento estatal ou renegociaram suas dívidas com o BNDES. Mas com a vitória de Lula isso passou. A farra com o dinheiro público que eles faziam acabou.

E como eles não conseguem nenhuma vitória contra o presidente, o jeito é Lula adotar o refrão do momento para expressar este embate:

É Créu!
É Créu neles!
É Créu nelas!

Por Guina - tribuna petista

JOGADAS PASSADAS

Brasil de Lula é a Solução



Em 2002, Robert Zoellick, era representante de comércio do governo Bush, às voltas em pressionar o dócil governo demo-tucano de FHC, e seu pretendente a sucessor José Serra, a assinar a ALCA.

Criticava o ainda candidato Lula por sua posição contrária à ALCA nas condições impostas pelos EUA.

Zoellick, disse na época: "ou o Brasil se associava à Alca ou criava um bloco com a Antártida".

Zoellick, obviamente estava apenas fazendo seu trabalho: lobby para os EUA.
Mas o PIG colonizado assinou embaixo, a frase foi motivo de deleite, usada amplamente para criticar o presidente Lula como sendo "força do atraso" e "sem visão".

Para felicidade geral da nação e salvação de empregos, Lula foi eleito e resistiu à anexação do Brasil pelos EUA via ALCA, projeto confesso de José Serra em 2002 e de Geraldo Alckmin em 2006.

O presidente Lula ampliou muito o comércio do Brasil com o mundo, sem a ALCA, diversificando para novos países, e reduzindo a dependência de compras pelos EUA. Por isso o Brasil não quebrou diante da atual crise internacional, provocada pelos EUA.

Hoje Zoellick é presidente do Banco Munidal indicado pelo governo Bush.

Às voltas com a crise dos EUA, e com o aumento mundial no preço dos alimentos, em grande parte consequencia das políticas desastrosas de subsídios no primeiro mundo, pede ajuda ao Brasil.

"O governo brasileiro propôs trabalhar conosco e oferecer um pouco de sua expertise em pesquisa agrícola, particularmente na África subsaariana", afirmou Zoellick. "Queremos agir com rapidez nesse tema."

O presidente do Banco Mundial também criticou os subsídios dos EUA e Europa para produção local de biocombustíveis, em detrimento da importação do produto brasileiro:

Os estadunidenses oferecem subsídios para o programa de etanol do país e cobram tarifas de US$ 0,54 sobre o etanol que importam do Brasil.

"As informações de que disponho sugerem que os biocombustíveis à base de cana-de-açúcar do Brasil oferecem os maiores benefícios tanto em termos de combustível como ambientais", afirmou Zoellick.

No âmbito da Rodada Doha, o Banco Mundial está contando com o Brasil para ajudar no fim do impasse com relação aos subsídios agrícolas, que encarecem os preços dos alimentos no globo.

Zoellick ainda afirmou, durante a entrevista, que o Brasil tem sido um bom exemplo em programas de transferência de renda.

Se não fosse perda de tempo, até gostaríamos de ler as pérolas escritas por Miriam Leitão e comentários de Sardenberg mais antigos defendendo a ALCA, dizendo que Lula emperrava Doha, desdenhando dos biocombustíveis, etc.