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29/03/2009

PRÉVIAS TUCANAS - AÉCIO É O PREFERIDO PARA AS ELEIÇÕES 2010

Dada sua aparência física e a um bom trabalho de marketing realizado o governador de Minas Aécio Neves - em um cenário construído pela pesquisa, venceria as eleições para Presidente da República contra Dilma e Heloísa Helena.

A taxa de aprovação ao seu governo subiu de 36% para 39%. O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), é o primeiro colocado com nota 7,6, dados que podem traduzir num inicial excelente peso eleitoral para as eleições de 2010.

Pessoas ligadas a políticos tucanos afirmam que a debandada do PSDB já começou, alguns se sentem “desconfortável” no ninho tucano, enquanto não se realizam as prévias e que seria o ninho pequeno demais para abrigar todos os pré-candidatos. Serra é o candidato da cúpula, mas não das bases, como se constata Serra não encontra respaldo nos números.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concluiu que os partidos políticos têm o direito de realizar prévias para consultar seus filiados, fato que emprestará credibilidade aos candidatos, enquanto o PT impõe goela abaixo o candidato de Lula aos eleitores, o PSDB democratica e exemplarmente elege seus candidatos.

Porque pensa Aécio que os tucanos paulistas não querem prévias, porque ele sairia vencedor. É por isso que os aliados do governador paulista são contra a realização de prévias para escolher o candidato tucano em 2010.

Mas para qualquer dos dois candidatos tucanos é um bom negócio, além de ganharem as atenções da mídia como um partido Democrata, as prévias se realizariam num ambiente de crise econômica mundial e isto, sem dúvida, daria mais visibilidade ao candidato vencedor.

Com esta força toda nas pesquisas, a hora de fazer as prévias já esta até pasando.

Via |REDE|BLOGO|

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JOGADAS PASSADAS

Brasil de Lula é a Solução



Em 2002, Robert Zoellick, era representante de comércio do governo Bush, às voltas em pressionar o dócil governo demo-tucano de FHC, e seu pretendente a sucessor José Serra, a assinar a ALCA.

Criticava o ainda candidato Lula por sua posição contrária à ALCA nas condições impostas pelos EUA.

Zoellick, disse na época: "ou o Brasil se associava à Alca ou criava um bloco com a Antártida".

Zoellick, obviamente estava apenas fazendo seu trabalho: lobby para os EUA.
Mas o PIG colonizado assinou embaixo, a frase foi motivo de deleite, usada amplamente para criticar o presidente Lula como sendo "força do atraso" e "sem visão".

Para felicidade geral da nação e salvação de empregos, Lula foi eleito e resistiu à anexação do Brasil pelos EUA via ALCA, projeto confesso de José Serra em 2002 e de Geraldo Alckmin em 2006.

O presidente Lula ampliou muito o comércio do Brasil com o mundo, sem a ALCA, diversificando para novos países, e reduzindo a dependência de compras pelos EUA. Por isso o Brasil não quebrou diante da atual crise internacional, provocada pelos EUA.

Hoje Zoellick é presidente do Banco Munidal indicado pelo governo Bush.

Às voltas com a crise dos EUA, e com o aumento mundial no preço dos alimentos, em grande parte consequencia das políticas desastrosas de subsídios no primeiro mundo, pede ajuda ao Brasil.

"O governo brasileiro propôs trabalhar conosco e oferecer um pouco de sua expertise em pesquisa agrícola, particularmente na África subsaariana", afirmou Zoellick. "Queremos agir com rapidez nesse tema."

O presidente do Banco Mundial também criticou os subsídios dos EUA e Europa para produção local de biocombustíveis, em detrimento da importação do produto brasileiro:

Os estadunidenses oferecem subsídios para o programa de etanol do país e cobram tarifas de US$ 0,54 sobre o etanol que importam do Brasil.

"As informações de que disponho sugerem que os biocombustíveis à base de cana-de-açúcar do Brasil oferecem os maiores benefícios tanto em termos de combustível como ambientais", afirmou Zoellick.

No âmbito da Rodada Doha, o Banco Mundial está contando com o Brasil para ajudar no fim do impasse com relação aos subsídios agrícolas, que encarecem os preços dos alimentos no globo.

Zoellick ainda afirmou, durante a entrevista, que o Brasil tem sido um bom exemplo em programas de transferência de renda.

Se não fosse perda de tempo, até gostaríamos de ler as pérolas escritas por Miriam Leitão e comentários de Sardenberg mais antigos defendendo a ALCA, dizendo que Lula emperrava Doha, desdenhando dos biocombustíveis, etc.