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07/06/2009

EM ALMOÇO SABATINA - MELHORES E PIORES LÍNGUAS FORMADORAS DE OPINIÃO APROVAM DILMA ROUSSEFF

EM ALMOÇO 19 MULHERES ESPECIAIS E BEM SUCEDIDAS PRESTIGIAM DILMA. Mesmo com algumas convidadas interessadas em arrancar uma confissão de DIlma Rousseff se pretende ou não ser candidata pelo PT em 2010, o clima correu na maior cordialidade, puxa saquismo e demonstrações de amizade pela frente, já por trás não se sabe.

Em almoço organizado pela ex-ministra do Turismo Marta Suplicy em São Paulo a Ministra Chefe da Casa Cívil do Governo de Luiz Inácio Lula da Silva Dilma Rousseff foi a mais festejada e, claro, observada.

Com a presença de 19 mulheres, entre as mulheres bem sucedidas a psicanalista Eleonora Rosset, a filósofa Marilena Chauí e a dramaturga Marta Góes, entre especionais Viviane Senna, Adriane Galisteu, Ana Maria Braga e Luciana Gimenez, lá estavam não se sabe se a mando de seus patrões ou se definitivamente sairam de cima do murro, até porque só uma idiota não vota ou declara sua aprovação pela eleição de uma mulher para a presidência do Brasil quando tem o aval de um presidente com 80% de aprovação.

Do Today Brazil

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Brasil de Lula é a Solução



Em 2002, Robert Zoellick, era representante de comércio do governo Bush, às voltas em pressionar o dócil governo demo-tucano de FHC, e seu pretendente a sucessor José Serra, a assinar a ALCA.

Criticava o ainda candidato Lula por sua posição contrária à ALCA nas condições impostas pelos EUA.

Zoellick, disse na época: "ou o Brasil se associava à Alca ou criava um bloco com a Antártida".

Zoellick, obviamente estava apenas fazendo seu trabalho: lobby para os EUA.
Mas o PIG colonizado assinou embaixo, a frase foi motivo de deleite, usada amplamente para criticar o presidente Lula como sendo "força do atraso" e "sem visão".

Para felicidade geral da nação e salvação de empregos, Lula foi eleito e resistiu à anexação do Brasil pelos EUA via ALCA, projeto confesso de José Serra em 2002 e de Geraldo Alckmin em 2006.

O presidente Lula ampliou muito o comércio do Brasil com o mundo, sem a ALCA, diversificando para novos países, e reduzindo a dependência de compras pelos EUA. Por isso o Brasil não quebrou diante da atual crise internacional, provocada pelos EUA.

Hoje Zoellick é presidente do Banco Munidal indicado pelo governo Bush.

Às voltas com a crise dos EUA, e com o aumento mundial no preço dos alimentos, em grande parte consequencia das políticas desastrosas de subsídios no primeiro mundo, pede ajuda ao Brasil.

"O governo brasileiro propôs trabalhar conosco e oferecer um pouco de sua expertise em pesquisa agrícola, particularmente na África subsaariana", afirmou Zoellick. "Queremos agir com rapidez nesse tema."

O presidente do Banco Mundial também criticou os subsídios dos EUA e Europa para produção local de biocombustíveis, em detrimento da importação do produto brasileiro:

Os estadunidenses oferecem subsídios para o programa de etanol do país e cobram tarifas de US$ 0,54 sobre o etanol que importam do Brasil.

"As informações de que disponho sugerem que os biocombustíveis à base de cana-de-açúcar do Brasil oferecem os maiores benefícios tanto em termos de combustível como ambientais", afirmou Zoellick.

No âmbito da Rodada Doha, o Banco Mundial está contando com o Brasil para ajudar no fim do impasse com relação aos subsídios agrícolas, que encarecem os preços dos alimentos no globo.

Zoellick ainda afirmou, durante a entrevista, que o Brasil tem sido um bom exemplo em programas de transferência de renda.

Se não fosse perda de tempo, até gostaríamos de ler as pérolas escritas por Miriam Leitão e comentários de Sardenberg mais antigos defendendo a ALCA, dizendo que Lula emperrava Doha, desdenhando dos biocombustíveis, etc.