Blog de Notícias Políticas

14/06/2009

Vai sair de férias? Prepare o bolso: Serra vai aumentar preço dos pedágios

Pedágio novo em SP terá reajuste maior do que as outras estradas.

Os pedágios das rodovias concedidas pelo governo José Serra (PSDB) terão, a partir de 1º de julho, um aumento maior que os das estradas estaduais sob controle privado desde a década passada.

Nas rodovias recém-leiloadas (trecho oeste do Rodoanel, dom Pedro 1º e partes da Raposo Tavares e da Marechal Rondon), as tarifas vão subir 5,20% .

Já os valores das estradas com concessões mais antigas terão aumento de 3,64%. Esse aumento deve ser adotado na Anchieta, Imigrantes, Anhanguera e Bandeirantes.

Os preços exatos das tarifas serão calculados pela Artesp (agência que regula as concessões estaduais). Em razão dos arredondamentos (para facilitar o troco), a alta pode ficar acima ou abaixo do índice oficial. A tendência é que as praças do km 32 da Imigrantes e do km 31 da Anchieta aumentem de R$ 17 para R$ 17,70. Elas têm hoje a tarifa unitária mais alta do Estado de S.Paulo

Por: Helena™

1 Sugestões de Jogada:

Assaz Atroz disse...

"As Organizações Globo sempre estiveram um passo atrás da "turba", de olho no "choque"; este, lá adiante, no meio da rua, pronto para baixar a ripa."

Leia no Assaz Atroz

Abraços

JOGADAS PASSADAS

Brasil de Lula é a Solução



Em 2002, Robert Zoellick, era representante de comércio do governo Bush, às voltas em pressionar o dócil governo demo-tucano de FHC, e seu pretendente a sucessor José Serra, a assinar a ALCA.

Criticava o ainda candidato Lula por sua posição contrária à ALCA nas condições impostas pelos EUA.

Zoellick, disse na época: "ou o Brasil se associava à Alca ou criava um bloco com a Antártida".

Zoellick, obviamente estava apenas fazendo seu trabalho: lobby para os EUA.
Mas o PIG colonizado assinou embaixo, a frase foi motivo de deleite, usada amplamente para criticar o presidente Lula como sendo "força do atraso" e "sem visão".

Para felicidade geral da nação e salvação de empregos, Lula foi eleito e resistiu à anexação do Brasil pelos EUA via ALCA, projeto confesso de José Serra em 2002 e de Geraldo Alckmin em 2006.

O presidente Lula ampliou muito o comércio do Brasil com o mundo, sem a ALCA, diversificando para novos países, e reduzindo a dependência de compras pelos EUA. Por isso o Brasil não quebrou diante da atual crise internacional, provocada pelos EUA.

Hoje Zoellick é presidente do Banco Munidal indicado pelo governo Bush.

Às voltas com a crise dos EUA, e com o aumento mundial no preço dos alimentos, em grande parte consequencia das políticas desastrosas de subsídios no primeiro mundo, pede ajuda ao Brasil.

"O governo brasileiro propôs trabalhar conosco e oferecer um pouco de sua expertise em pesquisa agrícola, particularmente na África subsaariana", afirmou Zoellick. "Queremos agir com rapidez nesse tema."

O presidente do Banco Mundial também criticou os subsídios dos EUA e Europa para produção local de biocombustíveis, em detrimento da importação do produto brasileiro:

Os estadunidenses oferecem subsídios para o programa de etanol do país e cobram tarifas de US$ 0,54 sobre o etanol que importam do Brasil.

"As informações de que disponho sugerem que os biocombustíveis à base de cana-de-açúcar do Brasil oferecem os maiores benefícios tanto em termos de combustível como ambientais", afirmou Zoellick.

No âmbito da Rodada Doha, o Banco Mundial está contando com o Brasil para ajudar no fim do impasse com relação aos subsídios agrícolas, que encarecem os preços dos alimentos no globo.

Zoellick ainda afirmou, durante a entrevista, que o Brasil tem sido um bom exemplo em programas de transferência de renda.

Se não fosse perda de tempo, até gostaríamos de ler as pérolas escritas por Miriam Leitão e comentários de Sardenberg mais antigos defendendo a ALCA, dizendo que Lula emperrava Doha, desdenhando dos biocombustíveis, etc.