Blog de Notícias Políticas

24/09/2009

ALENCAR CONFIRMA, PELA FIRMEZA DILMA SERÁ O TERCEIRO MANDADO DE LULA

Hoje o espirituoso e grande brasileiro vice-presidente José Alencar disse que Dilma é brava, severa, firme, decidida e responsável em todo que dedica-se. Leia a declaração:

“O defeito da Dilma é ser brava. Nós precisamos de uma mulher brava, porque ela, pelo que eu conheço dela, ela pode ser brava, mas ela tem duas qualidades que eu acho importantíssimas na vida dela, na personalidade dela. Primeiro, ela é brasileira com bê maiúsculo. Segundo, ela é dedicada aos detalhes de tudo. Muito dedicada. E muito séria. E muito brava. Tem que ser brava mesmo”.

Perguntado se carater decidido e firme igual de Lula não seria ruim Alencar afirmou que: " Ao contrário, os eleitores vão encontrar nisso aí qualidades excepcionais para entregar o comando do país."

"E outra coisa, ela tem o apoio do presidente Lula. Ninguém precisa duvidar que a continuidade do trabalho iniciado pelo presidente Lula é de grande importância para o país, e o eleitorado vai entender isso”, completou Alencar.

Do News Front

20/09/2009

TUCANO PEDE PARA GOVERNO AGIR VIGOROSAMENTE NO CONGRESSO

As reformas só será votada no Congresso Nacional caso o Executivo atue "vigorosamente", já que no Brasil se vive "um presidencialismo quase que monárquico" disse Aécio Neves.

Então, mãos a obra, pois agora os tucanos pediram e não poderão disser que o governo não é vigoroso, ou que usa um rolo compressor e outros blá blá blá´s contra a oposição.

Não acredita-se que teria dito isto num ato covarde e mentiroso, para apenas aproveitando-se do fato das propostas não terem sido votadas para injustiçar e culpar um presidente inocente.

Querem que se aprove as reformas o mais rapido possível. Não?

Do News Front

17/09/2009

Política Gaucha - PT divulga áudio sobre esquema de fraude e agita CPI do governo tucano

A presidente da CPI da Corrupção, Stela Farias (PT), apresentou na segunda-feira (14) 24 trechos de escutas telefônicas entre integrantes do suposto esquema de corrupção que desviou R$ 44 milhões dos cofres públicos gaúchos entre 2003 e 2008. As gravações, segundo a Polícia Federal (PF), mostram as negociações para a divisão dos recursos obtidos através de fraude em exames de motorista operados pelo Detran (Departamento de Trânsito) do Rio Grande do Sul.

Os áudios, que fazem parte da ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra a governadora Yeda Crusius (PSDB) e mais oito aliados, foram divulgados na quarta sessão da CPI. Os documentos não estão sob segredo de Justiça. No total, foram mostrados 40 minutos de escutas.
Segundo a deputada, as gravações revelam o momento de maior movimentação entre os agentes do processo, entre os dias 4 e 30 de outubro de 2007. Uma semana depois a PF deflagrou a Operação Rodin, que prendeu 17 pessoas e desencadeou uma ampla investigação sobre a fraude do Detran.

"As escutas mostram claramente um processo de recebimento e de divisão de recursos. São indícios muito fortes", justificou a presidente da CPI. Stela passou o fim de semana com uma equipe de assessores selecionando os trechos que seriam apresentados. A bancada governista, composta por oito deputados, boicotou a sessão.
Os trechos mostram em detalhes as negociações entre os principais agentes do suposto esquema, tanto nos percentuais quanto na forma de distribuição dos recursos arrecadados ilegalmente. O dinheiro era arrecadado em Santa Maria, através de fundações ligadas à Universidade Federal, e repassado a agentes públicos em Porto Alegre, entre eles o ex-secretário de Segurança e deputado federal pelo PP, José Otávio Germano, e o então chefe da Casa Civil, Luiz Fernando Záchia. Todos os envolvidos são réus em inquéritos da PF.

As escutas envolvem principalmente Flávio Vaz Netto, ex-presidente do Detran, e Antônio Dorneu Maciel, ex-diretor da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE). Os dois são apontados pela PF como chefes do esquema de fraude. Os dois combinam a entrega de "documentos", "pareceres jurídicos" e "relatórios". Segundo as investigações, as expressões são códigos para designar a distribuição de propina.
A maior parte das ligações apresentadas se refere ao dia 29 de outubro de 2007, quando recursos financeiros da fraude foram entregues em Porto Alegre a Flávio Vaz Netto. A remessa, segundo a PF, foi entregue pelo diretor da Fatec, Ruben Höher. Záchia e Germano, pelas gravações, mostram ansiedade com o atraso no pagamento. Záchia liga duas vezes para Maciel, do seu gabinete na Casa Civil, para cobrar o interlocutor. "Estou na retranca, estou esperando", diz o secretário.
Germano também cobra o pagamento, segundo as gravações. Ele pede que Maciel deixe os recursos no seu escritório político, com a secretária Ana Cláudia. "Quanto que é?", pergunta Maciel, sussurrando. "Sete um", responde o deputado. "Então ficou um para trás. Deixei sete zero", retruca o diretor da CEEE. Segundo a PF, o irmão de Germano, Luiz Paulo, conhecido como Buti, foi encarregado de pegar os recursos com a secretária. Em uma das gravações, eles combinam o repasse das "fotos".

No mesmo dia, quando fica sabendo do repasse, Buti telefona para um homem conhecido como Benami e combina um encontro com ele no dia seguinte. Segundo a PF, Benami é doleiro e estaria convertendo os recursos da propina em moeda estrangeira.
Segundo a PF, em pelo menos um trecho os interlocutores citam a governadora do Estado - acusada pelo MPF de integrar o suposto esquema de fraude. No mesmo dia 29, Maciel e Germano conversam sobre os atrasos no pagamento. O deputado e o diretor da CEEE combinam uma ação junto a Yeda para discutir solucionar "pontos nevrálgicos" que precisavam ser solucionados. A negociação envolveu também o então secretário de governo, Delson Martini. "Tu vai dizer direitinho pra ela o que tem que dizer, entendeu?", recomenda Maciel ao deputado.

Num outro trecho, a secretária da governadora, Walna Vilarins Meneses, conversa com Maciel do seu gabinete de trabalho no Palácio Piratini. Maciel telefona à secretária e pede a ela que não corte o "canal" que tem com o governo. "Se não eu fico sem dialogar com ninguém do governo", justifica.

C/A

02/09/2009

Dizem que a pesquisa do DataFolha é fraudulenta. Isso é mentira!




Do Quantotempodura

DIFERENÇAS DO GOVERNOS: PETISTAS X TUCANOS

1 – MÉDIAS BALANÇA COMERCIAL (bilhões de US$)- FHC (PSDB) (1995/2002): -2,442- Lula (PT) (2003/2005): +34,420 (recorde)

2 – SUPERÁVIT COMERCIAL (bilhões de US$)- FHC (1995/2002): -8,7 (déficit)- Lula (2003/2005): +103,0 (superávit)

3 – RISCO-PAÍS PTS- FHC (Jan/2002): 1.445- Lula (Jan/2006): 290 (recorde)

4 – JUROS- FHC (Jan/2002): 25,00%- Lula (Jan/2006): 18,00%

5 – INFLAÇÃO- FHC(2002): 12,5%- Lula(2005): 5,7%

6 – DÓLAR R$- FHC (Jan/02): 3,53- Lula (Jan/06): 2,30

7 – RANKING DO PIB MUNDIAL (PPP) (trilhões de US$)- FHC (2002): 1,340 -> 10º- Lula (2004): 1,492 -> 09º

8 – BOVESPA PTS- FHC (Jan/02): 11.268- Lula (Jan/06): 35.223 (recorde)

9 – DÍVIDA EXTERNA (bilhões de US$)- FHC (2002): 210- Lula (2005): 165 – E caindo mês a mês…

10 – DÍVIDA COM O FMI E COM O CLUBE DE PARIS EM DOLÁR- FHC (2002): O governo não informou o valor da dívida.- Lula (2005): 0,00

11 – SALÁRIO MÍNIMO (US$)- FHC (2002): 56,50- Lula (2005): 128,20

12 – DESEMPREGO- FHC (2002): 12,2%- Lula (2005): 9,6%

13 – TAXA ABAIXO DA LINHA DE PROBREZA- FHC (2002): O governo não controlava este índice. Segundo dados,ultrapassava os 35%.- Lula (2004): 25,1%

14-incremento no acesso a água no semi-árido nordestinoLula: 762 mil pessoas e 152 mil cisternasFHC: zero

15 -Distribuição de leite no semi-árido (sistema pequeno produtor)Lula: 3,3 milhões de brasileirosFHC: zero

16-Áreas ambientais preservadasLula: incremento de 19,6 milhões de hectares (2003 a 2006)Do ano de 1500 até 2002: 40 milhões de hectares

17 - Apoio à agricultura familiarLula: 7,5 bilhões (safra 2005/2006)FHC: 2,5 bilhões (último ano de governo)* O governo Lula investirá 10 bilhões na safra 2006/2007

18 -Compra de terras para Reforma AgráriaLula: 2,7 bilhões (2003 a 2005)FHC: 1,1 bilhão (1999 a 2002)

19 - Investimento do BNDES em micro e pequenas empresas:Lula: 14,99 bilhõesFHC: 8,3 bilhões

20 - Investimentos em alimentação escolar:Lula: 1 bilhãoFHC: 848 milhões

21 -Investimento anual em saúde básica:Lula: 1,5 bilhãoFHC: 155 milhões

22 - Equipes do Programa Saúde da Família:Lula: 21.609FHC: 16.698

23 - População atendida pelo Prog. Saúde da Família:Lula: 70 milhõesFHC: 55 milhões

24 - Porcentagem da população atendida pelo Programa Saúde da Família:Lula: 39,7%FHC: 31,9%

25 - Pacientes com HIV positivo atendidos pela rede pública de saúde:Lula: 151 milFHC: 119 mil

26 - Juros:Lula: 16% FHC: 25%

27 - BOVESPALula: 35,2 mil pontosFHC: 11,2 mil pontos

28 - Dívida externa: Lula: 165 bilhões FHC: 210 bilhões

29 - Desemprego no país: Lula: 9,6% FHC: 12,2%

30 - Dívida/PIB: Lula: 51% FHC: 57,5%

31 - Eletrificação Rural - Lula: 3.000.000 de pessoas - FHC: 2.700 pessoas

32 - Livros gratuitos para o Ensino MédioLula: 7 milhõesFHC: zero

33 - Geração de Energia ElétricaLula: 1.567 empreendimentos em operação, gerando 95.744.495 kW de potência.

Está prevista para os próximos anos uma adição de 26.967.987 kW na capacidade de geração do País, proveniente dos 65 empreendimentos atualmente em construção e mais 516 outorgadas. FHC: APAGÃO

34 - Entre os anos de 2000 a 2005, as ações da Polícia Federal no combate ao crime cresceram 815%. Durante o governo do presidente Lula, a PolíciaFederal realizou 183 operações e 2.961 prisões? Uma média de 987 presos por ano. Já nos dois últimos anos do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, foram realizadas apenas 20 operações, com a prisão de 54 pessoas, ou seja, uma média de 27 capturas por ano.

Fontes: Anselmo Raposo, IBGE, IBGE/Pnad (Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar – desde 1994); ANEEL; Bovespa; CNI; CIESP; Ministérios Federais e Agências Reg.; SUS; CES/FGV; jornais FSP, O Globo e O Estado;

Brasil de Lula é a Solução



Em 2002, Robert Zoellick, era representante de comércio do governo Bush, às voltas em pressionar o dócil governo demo-tucano de FHC, e seu pretendente a sucessor José Serra, a assinar a ALCA.

Criticava o ainda candidato Lula por sua posição contrária à ALCA nas condições impostas pelos EUA.

Zoellick, disse na época: "ou o Brasil se associava à Alca ou criava um bloco com a Antártida".

Zoellick, obviamente estava apenas fazendo seu trabalho: lobby para os EUA.
Mas o PIG colonizado assinou embaixo, a frase foi motivo de deleite, usada amplamente para criticar o presidente Lula como sendo "força do atraso" e "sem visão".

Para felicidade geral da nação e salvação de empregos, Lula foi eleito e resistiu à anexação do Brasil pelos EUA via ALCA, projeto confesso de José Serra em 2002 e de Geraldo Alckmin em 2006.

O presidente Lula ampliou muito o comércio do Brasil com o mundo, sem a ALCA, diversificando para novos países, e reduzindo a dependência de compras pelos EUA. Por isso o Brasil não quebrou diante da atual crise internacional, provocada pelos EUA.

Hoje Zoellick é presidente do Banco Munidal indicado pelo governo Bush.

Às voltas com a crise dos EUA, e com o aumento mundial no preço dos alimentos, em grande parte consequencia das políticas desastrosas de subsídios no primeiro mundo, pede ajuda ao Brasil.

"O governo brasileiro propôs trabalhar conosco e oferecer um pouco de sua expertise em pesquisa agrícola, particularmente na África subsaariana", afirmou Zoellick. "Queremos agir com rapidez nesse tema."

O presidente do Banco Mundial também criticou os subsídios dos EUA e Europa para produção local de biocombustíveis, em detrimento da importação do produto brasileiro:

Os estadunidenses oferecem subsídios para o programa de etanol do país e cobram tarifas de US$ 0,54 sobre o etanol que importam do Brasil.

"As informações de que disponho sugerem que os biocombustíveis à base de cana-de-açúcar do Brasil oferecem os maiores benefícios tanto em termos de combustível como ambientais", afirmou Zoellick.

No âmbito da Rodada Doha, o Banco Mundial está contando com o Brasil para ajudar no fim do impasse com relação aos subsídios agrícolas, que encarecem os preços dos alimentos no globo.

Zoellick ainda afirmou, durante a entrevista, que o Brasil tem sido um bom exemplo em programas de transferência de renda.

Se não fosse perda de tempo, até gostaríamos de ler as pérolas escritas por Miriam Leitão e comentários de Sardenberg mais antigos defendendo a ALCA, dizendo que Lula emperrava Doha, desdenhando dos biocombustíveis, etc.

JOGADAS PASSADAS